BUILDBOT Blog

O robô que faz o serviço da lavanderia.

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O robô PR2 da UC Berkeley demonstrou em 2010 que poderia levar uma pilha de toalhas para fora da secadora e ordenadamente dobra-las e empilhá-las em aproximadamente 20 minutos.

Desde então ele vem sendo aprimorado e finalmente podemos ver uma demostração de um ciclo QUASE completo, em que as atividades da lavanderia são realizadas pelo robô.

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Robôs Inteligentes: prontos para invadir sua casa.

Revista Eletrolojas

Eletrolojas é uma revista de periodicidade mensal, a cada edição traz notícias nacionais e internacionais, entrevistas com profissionais influentes das empresas do varejo e da indústria, lançamentos, dados estatísticos de mercado, artigos técnicos, dicas e muito mais.

Oferecendo uma cobertura completa dos acontecimentos do setor, apresenta reportagens dinâmicas e imparciais, confira na edição de Outubro nossa entrevista falando sobre o futuro da robótica no Brasil e no mundo.

Versão em flash (páginas 54 e 55) http://www.portaleletrolojas.com.br/revista/33/index.html

Se preferir também pode fazer download da matéria em PDF clicando no link: Eletrolojas-Ed33-BUILDBOT.

O robô que vê na materia foi contruido utilizando o chassis Rover 5 e Nanoshields.

Saiba mais sobre Nanoshields.

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Os Nanoshields são um sistema de eletrônica modular, com eles você pode combinar diferentes módulos e construir uma grande variedade de projetos eletrônicos para aprendizado, prototipagem rápida de um produto ou para seus projetos pessoais, por exemplo, você pode detectar o pressionamento de um botão, acionar luzes ou LEDs, ler um sensor de temperatura, mostrar dados em um visor LCD, comunicar-se com um computador via USB ou via rede, entre outros.

Usando os Nanoshields você tem a vantagem de eliminar o excesso de fios no seu projeto e minimizar tarefas como solda e fixação de componentes. Assim você torna seus projetos mais elegantes, compactos e robustos. Além disso você pode reconfigurar os Nanoshields que você já possui em um novo projeto de forma muito rápida, sem se preocupar tanto com tarefas repetitivas e colocando a sua criatividade em primeiro lugar.

Os projetos construídos com os Nanoshields quase sempre utilizam um microcontrolador, executando um software que controla os diferentes módulos. Para isso, pode-se usar o popular módulo Arduino, nas versões UNO, Duemilanove, Diecimila, Nano, Mega ou similares.

Também é possivel utilizar o Alevino, um Nanoshield que possui um microcontrolador compatível com a plataforma Arduino.

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Saiba mais sobre o Arduino.

Arduino

Arduino é uma plataforma de prototipagem eletrônica de hardware livre (Esquema elétrico disponível para que os usuários possam criar o mesmo projeto), projetada com microcontrolador da Atmel e com uma linguagem de programação padrão que é denominada Wiring (baseada em C/C++) que também é um software livre, podendo também ser programada em outras linguagens.

O objetivo do projeto é criar ferramentas que são acessíveis, com baixo custo, flexíveis e fáceis de serem usadas por profissionais e amadores, o público principal do Arduino são aqueles que não acesso ou disponibilidade de uso ou estudo de controladores e ferramentas mais sofisticadas.

O hardware possui entradas analógicas, saídas digitais e PWM (Pulse Width Modulation), permitindo leituras de sensores e controle de outros dispositivos, pode ser usado para o desenvolvimento de objetos interativos autónomos ou não, ainda sendo possível conecta-lo a um computador.

O Arduino é composto basicamente por um controlador e uma interface serial ou USB para ser programado ou interligado. Também é possível combinar um ou mais Arduinos, para isso, usa-se as extensões chamadas de Shields.

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Conceito de objetos doméstico robotizado.

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O estúdio de design Flower Robotics sediado em Tóquio, criou um conceito de dispositivo, chamado de Patin é uma plataforma robótica de serviço que consiste em uma base móvel como um deck superior onde módulos deferentes podem ser anexados para executar uma variedade de funções.

O protótipo atual tem uma base com rodas omni-direcionais permitindo uma movimentação suave no ambiente. O robô tem uma CPU Jetson TK1 da NVIDIA rodando Linux e para navegar e detectar pessoas e objetos usa um câmera de profundidade ASUS Xtion Pro Live, além de uma placa Arduino, sensores de contato e proximidade.

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Feira Brasileira de Ciências e Engenharia – FEBRACE.

FEBRACE
Todos os anos, desde 2003, acontece na Universidade de São Paulo uma grande amostra de projetos que visa estímular a criatividade e a reflexão de jovem cientista.

A Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE) propicia a aproximação entre escolas e universidades, a interação entre estudantes, professores, profissionais e cientistas, ampliando fronteiras e proporcionando o contato com diferentes realidades de nosso pais.

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A ficção imitando (turbinando) a realidade.

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Recentemente publicamos que Harvard tem pesquisas para criação de robôs flexíveis, ou softbots. Feitos de material macio (plástico, silicone, etc) se movimentam usando ar comprimido, esse tipo de material além de ser bem mais leve que outros metais, tem menor custo e possíbilita que o robô opere com maior segurança em ambientes compartilhados com humanos.

Don Hall é diretor e escritor dos estúdios Disney, em visita ao Instituto de Robótica da Carnegie Mellon University teve a oportunidade de ver um braço robótico feito com balões e imediatamente soube como seria Baymax, protagonista da animação Big Hero 6.

Na animação Baymax é um softbot projetado para cuidar dos seres humanos e acaba se transformando em um guerreiro ao se aliar a um bando de heróis altamente tecnológicos.

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Robô ensina programação a crianças, com música.

Wigl Dancing

Em tempos de internet em todos os lugares e ao alcance de pessoas de todas as idades, a tecnologia fica cada dia mais acessível. Já postamos diversos projetos que ensinam programação à crianças, não que todos seremos programadores, mas se familiarizar com a linguagem das máquinas será tão importante quanto foi aprender inglês a 20 anos.

Vemos as antigas IDE se transformando em métodos criativos e cada vez mais didáticos para o público infantil, Wigl é um robô que usa uma de nossas formas de linguagem mais primitivas para ensinar programação.

Nascido de um crowdfunding, Wigl interage com as crianças ensinando codificação de comandos através de notas musicais, ele pode ser controlado com sons pré-gravados, instrumentos musicais ou pela voz.

Observando a reação que cada som causa no robô as crianças podem criar instruções de um percurso ou simplesmente faze-lo dancar.

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Projeto do Google ensina robótica a crianças da Alemanha.

Open Roberta

A Google.org está gastando 1 milhão de Euros em uma nova plataforma baseada em núvem para ajudar alunos da Alemanha a aprenderem como programar robôs, hoje a Alemanha sofre com a escassez de especialistas em TI.

O Open Roberta usa uma interface gráfica simples, criada pelo Fraunhofer IAIS, para ajudar a ensinar os alunos a programar robôs LEGO Mindstorm, a interface já é utilizada a alguns anos, são 30 mil crianças e 1.000 professores utilizando a solução Roberta.

Para simplificar a programação de robôs a Google deixou o código fonte aberto e desenvolveu uma plataforma em núvem tornando possível para as crianças  trabalharem em seus projetos tanto na escola quanto em casa, também é possível compartilhar os projetos com outros alunos.

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